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Fazendas Históricas de Café

Em 1727 os portugueses compreenderam que a terra do Brasil tinha todas as possibilidades que convinham à cafeicultura. Mas não possuíam nem plantas nem grãos. O governo do Pará então encontrou um pretexto para enviar Palheta, um jovem oficial à Guiana Francesa, com uma missão simples: pedir ao governador M. d’Orvilliers algumas mudas. O governador seguindo ordens expressas do rei de França, não atende ao pedido de Palheta. Porém a Madame d’Orvilliers, esposa do governador da Guiana Francesa, não resiste aos atrativos do jovem tenente e quando Palheta já regressava ao Brasil, ela envia-lhe um ramo de flores onde, dissimuladas pela folhagem, se encontravam escondidas as sementes a partir das quais haveria de crescer o poderoso império brasileiro do café.

Este episódio sedutor foi a fonte de inspiração que levou Aloizio Olaia, historiador e ambientalista, a escrever a História das Fazendas de Café, partindo do século III d.C, até os dias atuais.

Fazendas Históricas de Café          


Este trabalho é uma adaptação exclusiva e alusiva às comemorações de l'Année de la France au Brésil, em síntese, uma homenagem ao site Arara e ao povo francês.
A obra original encerra 28 volumes com capa dura, escritos ao longo de cinco anos. Cada volume tem em média 500 páginas (40MB); os volumes originais foram doados ao Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo – Condephaat.

A Genesis do Café - Aloizio Olaia, Pesquisador & Historiador

Homenagem aos Cafeicultores do Brasil
In Memória do Saudoso e Pranteado Aloizio Olaia Paschoal
Ribeirão Preto, 07 de agosto de 2010


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